Pinto EX. PT não concorrerá ao cargo de Prefeito nas próximas eleições em Casa Nova

O Ex- candidato a prefeito em 2008 , e tambem Ex-candidato a deputado estadual em 2010. Raimundo Pindo , não será candidato a prefeito de Casa Nova nas proximas eleições pois perdeu o controle do diretório municipal do PSDC ( Partido da Social Democracia Cristã) , o Ex- candidato perdeu o partido no ultimo dia 09 do cofr…ente mês quando foi cedida uma provisória do partido ao Sr José martins de Almeida! Ainda não posso informar se Raimundo Pinto continua filiado ao PSDC u se já articula outra legenda!
JUSTIÇA ELEITORAL
CERTIDÃO
Certifico que, de acordo com os assentamentos da Justiça Eleitoral, o(s) Membro(s) abaixo relacionado(s):
Nome Título Eleitoral Cargo
Exercício
JOSÉ MARTINS DE ALMEIDA 032749160531 PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
SILMARIA BORGES FREIRE 032749160531 1º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
MORIS ALBERT PACHECO DE CASTRO 073549830558 2º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
VALDIRENE MARIA DA SILVA 122399010531 SECRETÁRIO GERAL 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
MARIA GORETE DE AMORIM 017499860507 1º SECRETÁRIO 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
LUCIANA DE ORNELAS OLIVEIRA 106368310515 TESOUREIRO GERAL 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
IARA VARGAS DE ALMEIDA 085295720582 1º TESOUREIRO 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
Faz(em) parte do seguinte orgao partidário:
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Pinto EX. PT não concorrerá ao cargo de Prefeito nas próximas eleições em Casa Nova

O Ex- candidato a prefeito em 2008 , e tambem Ex-candidato a deputado estadual em 2010. Raimundo Pindo , não será candidato a prefeito de Casa Nova nas proximas eleições pois perdeu o controle do diretório municipal do PSDC ( Partido da Social Democracia Cristã) , o Ex- candidato perdeu o partido no ultimo dia 09 do cofr…ente mês quando foi cedida uma provisória do partido ao Sr José martins de Almeida! Ainda não posso informar se Raimundo Pinto continua filiado ao PSDC u se já articula outra legenda!
JUSTIÇA ELEITORAL
CERTIDÃO
Certifico que, de acordo com os assentamentos da Justiça Eleitoral, o(s) Membro(s) abaixo relacionado(s):
Nome Título Eleitoral Cargo
Exercício
JOSÉ MARTINS DE ALMEIDA 032749160531 PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
SILMARIA BORGES FREIRE 032749160531 1º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
MORIS ALBERT PACHECO DE CASTRO 073549830558 2º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
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O Ex- candidato a prefeito em 2008 , e tambem Ex-candidato a deputado estadual em 2010. Raimundo Pindo , não será candidato a prefeito de Casa Nova nas proximas eleições pois perdeu o controle do diretório municipal do PSDC ( Partido da Social Democracia Cristã) , o Ex- candidato perdeu o partido no ultimo dia 09 do cofr…ente mês quando foi cedida uma provisória do partido ao Sr José martins de Almeida! Ainda não posso informar se Raimundo Pinto continua filiado ao PSDC u se já articula outra legenda!
JUSTIÇA ELEITORAL
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JOSÉ MARTINS DE ALMEIDA 032749160531 PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
SILMARIA BORGES FREIRE 032749160531 1º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
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Comemorações do Dia do Idoso movimentam a terceira idade em Casa Nova

Na semana em que se comemora o dia Nacional do Idoso, celebrado no dia primeiro de outubro, a prefeitura de Casa Nova, através da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o CRAS- Centro de Referência de Assistência Social, realizou uma intensa programação de atividades para a terceira idade, na quinta-feira (29), no Sítio Bela Vista.

 

Atividades lúdicas e de lazer, como dança de salão, momento de alongamento, Samba de Véio, distribuição de brindes e banho de piscina animou o grupo da terceira idade, durante as comemorações. Para a coordenadora do CRAS, Liliane Oliveira, quem tem idade mais avançada ainda sofre com violação de direitos por lei assegurados, discriminação e desrespeito. “É fácil percebermos isso em filas de banco, supermercado, por exemplo. O objetivo do evento é fortalecer a comunidade idosa na relação social e política, instrumentalizando-a e desenvolvendo a capacidade de cidadania de cada um”, destaca.

 

A aposentada Otaviana Castro, conta que sente-se feliz em participar do Grupo da Melhor Idades do CRAS. “Não tenho como agradecer a Deus por me dar forças para ainda realizar atividade produtiva. Nós, idosos, temos muita coisa boa para oferecer e as pessoas têm que nos dar o devido valor”, afirmou.

 

Desenvolvido semanalmente o Grupo da melhor Idade do CRAS, possui 30 idosos cadastrados que participam de palestras, brincadeiras atividades físicas e recreativas. “Hoje temos como objetivo integrar os idosos, fortalecendo vínculos através da realização de atividades recreativas”, comentou a secretária de Assistência Social, Maria do Carmo Ferreira.

 

Participaram do evento o grupo da melhor idade do CRAS, Grupo de Idosos Convivência Paz e Amor, Grupo da Melhor Idade de Santana do Sobrado, a ex-prefeita, Dagmar Nogueira e o prefeito Orlando Xavier, acompanhado de seus assessores e secretários.

 

 

Dia Nacional do Idoso


O Dia Nacional do Idoso foi estabelecido em 1999 pela Comissão de Educação do Senado Federal e serve para refletir a respeito da situação do idoso no País, seus direitos e dificuldades.

 

 

 

A população no mundo está ficando cada vez mais velha e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), por volta de 2025, pela primeira vez na história, haverá mais idosos do que crianças no planeta.

 

O Brasil, que já foi celebrado como o país dos jovens, tem hoje cerca de 13,5 milhões de idosos, que representam 8% de sua população. Em 20 anos, o País será o sexto no mundo com o maior número de pessoas idosas.

mais fotos:

Lidiane Cavalcante

Ascom Casa Nova

Casa Nova investe em obras de infraestrutura para impulsionar o turismo no município

foto: site PrefeituraA prefeitura de Casa Nova, através da secretaria municipal de Obras, iniciou o trabalho de recuperação dos 18 quilômetros das estradas das Dunas do Velho Chico.

 

Situada há 50 quilômetros de Casa Nova numa enorme extensão de praia com água limpa, areia cristalina, natureza intacta está o Balneário Dunas do Velho Chico. Um local com – marcantes morros de areia – ideais para a prática de esportes radicais como o motocross e passeios de bugre. O local é paradisíaco e tem quilômetros de praia virgem, que podem ser exploradas com banhos, esportes náuticos, passeios de barco, quadras de vôlei e futebol de areia e ainda sobra uma extensão enorme ideal para caminhadas.

 

De acordo com o secretário de Obras, Vanderlin Carvalho, a obra será concluída até dezembro deste ano. “Um desejo dos casanovenses é realizado com a finalização deste trabalho”, comemora o secretário. Ele afirma ainda que as Dunas representam o resgate a história de Casa Nova antiga, “resgate ao romantismo e puritanismo da velha Casa Nova, e acesso ao lazer e a diversão ”.

 

A estrada da Fazenda Fortaleza, que dá a acesso a rota do Vapor do Vinho também esta sendo recuperada, através da parceria entre Governo Estadual, Governo Municipal e iniciativa privada, são quatro quilômetros de estradas.

 

O passeio chamado de Vapor do Vinho, uma referência às primeiras embarcações que navegaram pelo Rio São Francisco impulsionadas a vapor, é a aposta da Vinícola Ouro Verde, localizada em de Casa Nova, para incrementar o enoturismo.

Lidiane Cavalcante

Ascom Casa Nova

 

Rádio, Meu Grande Amigo

RÁDIO: MEU GRANDE AMIGO
Você escuta rádio? Por que você escuta rádio? Quando você liga o rádio, o que você gosta de ouvir?
Você apresenta programas de rádio? Você escutaria o programa que você apresenta?

INTRODUÇÃO:
O rádio, mesmo com a penetração da televisão em quase todos os lares, mas ele ainda é o meio de comunicação de maior abrangência, no Brasil, segundo dados do IBGE. Nas comunidades rurais, o rádio ainda é mais companheiro das pessoas, que nas cidades.
Isto acontece porque o rádio é um grande amigo, aquele que está pertinho em todas as horas: nos momentos tristes, nos alegres, é aquele que informa, que evangeliza, que distrai, que você pode falar com ele (por carta, por telefone, ao vivo)… E não é o aparelho chamado rádio que faz tudo isso, mas é a pessoa ou as pessoas que estão lá no estúdio, falando pra você.
Eis, então, uma grande missão de quem produz e apresenta os programas. O locutor precisa lembrar que ele não é “dono” do microfone, que só ele tem a verdade e só ele pode falar. Todo Meio de Comunicação precisa estar a serviço do povo, desempenhando, assim, sua função social. Mas qual é mesmo a função social do rádio? Dar a palavra à pessoa que está do outro lado, ao pé do rádio, é a primeira e principal função social do rádio. Por que as pessoas expressam tanta felicidade em se ouvir no rádio? Por que as pessoas expressam felicidade em ouvirem o vizinho ou amigo falando por meio do rádio? Pode ser um simples fato de “enviar um alô para alguém” ou para denunciar algum problema que a comunidade enfrenta. Esta manifestação de sentimento acontece, principalmente, entre pessoas simples, que vivem em comunidades pequenas, interioranas, sofridas. É a prova da função social do rádio: dar a palavra (ou devolvê-la) a quem não tem direito a proclamar seus pensamentos por meio dos grandes meios de comunicação de massa, como a televisão, por exemplo. As pessoas ao se ouvirem ou ouvir o parente, o vizinho, o amigo, sentem a auto-estima valorizada, sentem-se cidadãs. O primeiro desafio de uma emissora de rádio, com responsabilidade social, é amplificar a voz do povo.
E com os programas da Igreja também deve ser assim? E por que não? Por exemplo: no programa de hoje, o tema é a “família”. Então, o locutor pega um texto que encontrou na internet ou num livro e começa a ler no rádio, com todo aquele palavriado complicado, que, muitas vezes, nem ele mesmo entende. Não seria bem mais interessante levar um casal da Pastoral Familiar ou um casal da comunidade, quem tem um bonito testemunho de família, para falar no programa? Certamente, o ouvinte iria prestar bem mais atenção.

CARACTERÍSTICAS:
Quando surgiu a TV, achávamos que aconteceria a decadência do rádio. Mas, não foi. Veio a internet e o rádio continua sendo o meio de comunicação mais popular. Por quê? Talvez porque o rádio possua as seguintes características:
– Sensorialidade: o rádio leva o ouvinte a criar imagens
– Abrangência: o rádio fala para milhões
– Regionalismo: o rádio fala de coisas da comunidade
– Intimidade: o rádio fala cada pessoa, individualmente
– Velocidade: o rádio fala de coisas que acabaram de acontecer ou que estão acontecendo
– Mobilidade: o rádio pode ser levado a qualquer lugar: cozinha, banheiro, carro, trabalho
– Acessibilidade: por ter preços razoáveis, o rádio é acessível a qualquer pessoa

FORMATOS:
Qual é o melhor formato para o programa? “Aquele que mais comunica. As vantagens ou desvantagens, o que é bom ou que é ruim de um programa de rádio, não se medem pela obediência a determinadas regras de produção, e sim pela melhor aceitação do público”, escreve José Ignácio López Vigil, em seu livro Manual Urgente para Radialistas Apaixonados. Por isso, é importante de quando em quando fazer uma “sondagem” para sentir o que o ouvinte acha do programa.
Comumente, os programas radiofônicos das paróquias são divididos em: leitura e comentário de um texto bíblico ou outro texto, notícias, entrevistas…. (Bem que podiam ousar e inserir outros formatos, como: “enquetes, radiodramas etc. Garanto que ia ficar mais dinâmicos e, com isso, ter mais audiência.)
Vamos conhecer um pouco sobre cada formato?

a) Comentário: É uma análise da realidade: de um fato, de uma pessoa, uma situação, uma entidade ou um movimento social, um problema etc
O comentário pode ser usado em todos os gêneros e fazer parte de outros formatos. Ele pode, por exemplo, iniciar um debate ou fechar um noticiário, ser um quadro de programa de variedades. E, aos poucos, o comentário começa também a usar outros recursos, além da voz. Sendo assim, é um comentário ilustrado. Pode, por exemplo, ter seu início com um pequeno diálogo, ser acompanhado de efeitos sonoros ou música de acordo com o tema abordado.
O comentário deve ser escrito, porque, no rádio, o improviso deve ser evitado. Outros formatos podem até ser mais ou menos improvisado, ou seja, o locutor pode até só fazer algumas anotações, um roteiro, mas o comentário não deve ser improvisado. E mais: antes de pegar uma caneta ou sentar-se na frente do computador, o comentarista deve ter em mente:
. O que quero dizer?
. A quem quero dizer isso? A quem queremos convencer com este comentário?
Decididos o tema e o público, é hora de colocar as idéias no papel. Parece difícil encarar o papel em branco e nele colocar as idéias, não é? Mas, aí estão algumas dicas:
. Primeiro momento: conte um fato. Comece contando um fato real ou uma historinha. Procure despertar a emoção do ouvinte, mexer com sua imaginação.
. Segundo momento: analise o fato. Analisar é apontar causas e efeitos, esclarecer. É preciso argumentar suas idéias, ou seja, é preciso razões que acompanhem a reflexão do ouvinte.
. Terceiro momento: resolva o fato. Se já entendemos e analisamos o fato, é hora de solucionar, de apontar caminhos para a situação proposta.
Enfim, relatar, analisar e resolver são os três momentos do comentário. Na verdade, nada mais é do que aquele velho método que trabalhamos, há séculos, na Igreja: ver, julgar e agir.

b) Notícia: é o relato de um fato real, atual e de interesse e importância para a comunidade.
Há uma regrinha, composta por seis perguntas e chamada de lead (ou lide), que facilita na hora de redigir uma notícia:
O quê? – o assunto
Quem? – personagens envolvidos
Quando? – data, hora
Onde? – local onde aconteceu (acontece ou acontecerá) o fato
Como? – modo como aconteceu (acontece ou acontecerá) o fato
Por quê? – causas
É importante lembrar que se deve começar pela parte mais importante. Pode ser pelo “o que”, pelo “quem”, pelo “como”… O importante é começar pela parte que mais vai chamar a atenção do ouvinte.
Além do lead, há algumas outras orientações para redação da notícia para o rádio:
a) Não usar o “nós”, o “nossa” e outros termos que passam pessoalidade (nossa paróquia, nosso pároco, nosso padroeiro etc), o que compromete a credibilidade da notícia perante os ouvintes.
b) Evitar verbos no futuro do presente. Para o ouvinte, o tempo deve ser o mais próximo possível. A linguagem do rádio é a linguagem do agora. Por exemplo: ao invés de “acontecerá”, use “acontece” ou “vai acontecer”; ao invés de “celebrará”, use “celebra” ou “vai celebrar” etc ..
c) Quando se tratar de horas, diga: “sete e meia da noite”, “oito e meia da manhã”, “cinco horas da tarde” e não “dezenove horas e trinta minutos”, “oito e quinze”, “dezessete horas”. Agindo assim, o comunicador está simplificando e facilitando o entendimento de quem está, apenas, escutando, sem chances de reescutar.
d) Usar frases curtas. Ir direto ao assunto.
e) Evitar adjetivos (palavras que exprimem qualidade). Deixe que ouvinte tire a conclusão de a ação é “grande”, “pequena”, “maravilhosa”, “majestosa” etc
f) Não usar gírias, nem chavões, jargões (Ex.: “Água que passarinho não bebe”, “Foi preso um elemento” etc)

c) Entrevista: é uma conversa entre duas ou mais pessoas, com o objetivo de analisar, informar ou esclarecer sobre um assunto, através de perguntas e respostas.
A entrevista pode ser:
Individual: quando a conversa acontece entre um entrevistador e um entrevistado;
Grupal: quando o entrevistador faz perguntas a vários entrevistados;
Coletiva: quando as perguntas são feitas por vários entrevistadores a um só entrevistado.

d) Enquete: são entrevistas curtas, através de uma pergunta (no máximo duas) simples, clara e direta sobre um determinado assunto, feita a várias pessoas. Pode ser realizada na rua, no trabalho, no ônibus, nas feiras, por telefone etc

LINGUAGEM:
“Falar no rádio” é seduzir o ouvinte. O radialista pode até ter uma bela voz, entender de técnica, ter cursado quatro anos de Comunicação Social na Universidade. Mas, se não entra na magia do rádio, nunca chegará a ser um bom radialista. Será um “trabalhador” de rádio, mas não um “comunicador”, porque fala bem, mas não se comunica, não seduz. Além de falar com clareza, com boa dicção, o locutor precisar ter “a palavra certa”, conhecer, realmente, o assunto do qual fala. Por isso, quando um padre, um religioso ou um leigo aceitam o desafio de apresentar um programa de rádio, devem se capacitar, não somente na parte técnica de locução, mas, também, se aprofundar nos assuntos que vão abordar.
A arte de falar no rádio consiste precisamente em usar palavras concretas, que transmite uma imagem que possa ser vista, tocada, sentida, que tenham peso e medida. Palavras materiais que transmitam a realidade. A linguagem radiofônica é fundamentalmente descritiva, narrativa, sedutora.
A linguagem, em qualquer programa, tem de ser “quente”, acolhedora, entusiasta. Nada formal. O rádio está sempre no presente e é imediatista. Envolve emocionalmente. Cria intimidade. Portanto, dirija-se ao seu ouvinte de forma direta, no singular.
No rádio, nossa palavra deve ser:
– Clara: não colocar muitas idéias de uma vez só e não usar palavras que sejam difíceis do ouvinte entender.
– Simples: em rádio deve-se usar palavras fáceis. Não complique. Lembre-se que você tem que ser um artista da cultura oral. Não abuse de palavras técnicas, complicadas, abstratas, estrangeiras, pouco usuais.
– Direta: dizer as coisas sem rodeios, evitando abusar das orações subordinadas, as metáforas difíceis e a construção de frases rebuscadas. A maneira mais recomendável é escrever como se fala, colocando sujeito + verbo + complemento. Quando escrever para o rádio, primeiro escreva, depois leia em voz alta e, então, sinta se soa como linguagem oral.
– Precisa: é preciso usar frases curtas para evitar a monotonia. Uma frase curta tem menos de quinze palavras.
– Amiga: a conversa radiofônica é íntima, se fala ao ouvido das pessoas. Não faça discurso. Converse com o ouvinte, falando sempre para uma pessoa, no singular. Nunca imagine falar para uma multidão, mesmo supondo que sejam muitos os seus ouvintes. Use sempre o você e não o vocês. Coloque do seu lado, imaginariamente, um amigo seu; olhe no seu rosto, descubra as suas inquietações, busque sintonia com ele em seus acordos e desacordos. Fale diretamente com ele, não com a linguagem impessoal, mas com o jeito do coração.

O rádio não é feito apenas de palavras, é também música e som. Os sons permitem que o ouvinte veja, com a sua imaginação, o que desejamos descrever. A música permite que ele sinta as emoções que queremos comunicar-lhe. Por isso, num programa, a música não deve ser um “tapa buraco”, mas deve fazer parte do contexto do programa.
Funções da música:
– Tema: música que identifica um programa. Usada, geralmente, no início e no final do programa.
– Cortina musical: é um espaço musical de curta duração que se utiliza para separar as cenas ou blocos dos programas e para acentuar a atmosfera emocional. Para as cortinas, deve-se usar trechos de músicas instrumentais, sem palavras.
– Fundo musical ou BG: é a música que se escuta em segundo plano, como fundo das palavras.

COMO FALAR:
Falar no rádio deve ser a mesma coisa que falar com os amigos. Isto quer dizer que nossa locução deve ser como uma conversa, assim como um bate-papo com amigos, com muita descontração, mas, ao mesmo tempo, com a “seriedade” de quem estar falando para centenas ou milhares de pessoas, de doutores aos poucos letrados.
Para falar no rádio, devemos estar atentos aos componentes: voz, dicção, articulação e entonação. Tudo isso junto, de forma harmoniosa, nos possibilitará transmitir, com segurança, o que queremos. Não basta termos bons programas com excelentes conteúdos e qualidade técnica, se não conseguimos, através de nossa fala, transmitir credibilidade, confiança e simpatia. Ninguém gosta, por exemplo, de ouvir alguém pigarreando o tempo todo no ar, tossindo, completamente rouco ou falando estridentemente. Portanto, são fundamentais alguns cuidados com nossa voz.
Pontos essenciais para falar bem:
– Entusiasmo: falar com o coração. Sentir e acreditar no que está dizendo.
– Clareza: falar devagar, pronunciando e articulando de modo inteligente. Não “comer” ou “engolir” os finais das frases e nem das palavras. Para isso, abra bem a boca, quando estiver falando, e faça muitos exercícios de leitura.
– Ênfase dar a força de expressão necessária para a palavra ou a frase. A ênfase é a chave para levar ao significado do que está escrito. Sem a ênfase a palavra fica apagada, sem graça.
– Entonação: é a variedade na inflexão do tom da voz. É preciso saber entonar as frases interrogativas, imperativas e exclamativas.
– Naturalidade: primeiro: não ler, mas comentar, contar, bater um papo. Segundo: a voz deve sair livre, sem esforço.
– Pausa: essencial para uma boa locução, mas também precisa ser dosada. Falar sem pausas é algo mecânico, é simplesmente soltar as palavras sem tom nem som, é pronunciar palavras sem sentido.
– Ritmo: Regulado, sem atropelar e sem ficar monótono. O próprio texto vai indicando onde se deve mudar o ritmo. As coisas tristes, normalmente, são ditas devagar. Já as descrições são feitas um pouco mais rápido. Quando se dão ordens, um pouco mais rápido e enérgico.

Eis, alguns exemplos de exercícios de dicção/respiração:

. Inspire pelo nariz – pausa – expire lentamente pela boca (repetir 5 vezes)
Encha a boca de ar e exploda com o som de P
Assobie
Faça caretas colocando a língua fora da boca.
Vibre a ponta da língua – trim, trim, trim.
Pronuncie forçando a musculatura facial – a, i, u – a, i, u – a, i, u.
Repita em voz alta os fonemas, forçando a consoante final

. Exercício para problemas de articulação do R
baR – baR – baR deR- deR – deR muR – muR – muR
feR – feR – feR joR – joR – joR quiR- quiR – quiR
Terê.. Terê.. Terê… Trê….Trê.. Trê
Fara… Fara… Fara… Fra….Fra…Fra
Coró.. Coró.. Coró.. Cró… Cró…

. Pronuncie rapidamente evitando atropelar as sílabas

Novelas e novelos são as duas moedas correntes desta terra. Mas tem uma diferença: que as novelas armam-se sobre o nada e os novelos sobre muito, para tudo ser moeda falsa.

Pedro Paulo Pereira Pinto Peixoto, pobre pintor português, pinta perfeitamente portas, portais, paisagens, prometendo prontidão por pouco.

Rádio, Meu Grande Amigo

RÁDIO: MEU GRANDE AMIGO
Você escuta rádio? Por que você escuta rádio? Quando você liga o rádio, o que você gosta de ouvir?
Você apresenta programas de rádio? Você escutaria o programa que você apresenta?

INTRODUÇÃO:
O rádio, mesmo com a penetração da televisão em quase todos os lares, mas ele ainda é o meio de comunicação de maior abrangência, no Brasil, segundo dados do IBGE. Nas comunidades rurais, o rádio ainda é mais companheiro das pessoas, que nas cidades.
Isto acontece porque o rádio é um grande amigo, aquele que está pertinho em todas as horas: nos momentos tristes, nos alegres, é aquele que informa, que evangeliza, que distrai, que você pode falar com ele (por carta, por telefone, ao vivo)… E não é o aparelho chamado rádio que faz tudo isso, mas é a pessoa ou as pessoas que estão lá no estúdio, falando pra você.
Eis, então, uma grande missão de quem produz e apresenta os programas. O locutor precisa lembrar que ele não é “dono” do microfone, que só ele tem a verdade e só ele pode falar. Todo Meio de Comunicação precisa estar a serviço do povo, desempenhando, assim, sua função social. Mas qual é mesmo a função social do rádio? Dar a palavra à pessoa que está do outro lado, ao pé do rádio, é a primeira e principal função social do rádio. Por que as pessoas expressam tanta felicidade em se ouvir no rádio? Por que as pessoas expressam felicidade em ouvirem o vizinho ou amigo falando por meio do rádio? Pode ser um simples fato de “enviar um alô para alguém” ou para denunciar algum problema que a comunidade enfrenta. Esta manifestação de sentimento acontece, principalmente, entre pessoas simples, que vivem em comunidades pequenas, interioranas, sofridas. É a prova da função social do rádio: dar a palavra (ou devolvê-la) a quem não tem direito a proclamar seus pensamentos por meio dos grandes meios de comunicação de massa, como a televisão, por exemplo. As pessoas ao se ouvirem ou ouvir o parente, o vizinho, o amigo, sentem a auto-estima valorizada, sentem-se cidadãs. O primeiro desafio de uma emissora de rádio, com responsabilidade social, é amplificar a voz do povo.
E com os programas da Igreja também deve ser assim? E por que não? Por exemplo: no programa de hoje, o tema é a “família”. Então, o locutor pega um texto que encontrou na internet ou num livro e começa a ler no rádio, com todo aquele palavriado complicado, que, muitas vezes, nem ele mesmo entende. Não seria bem mais interessante levar um casal da Pastoral Familiar ou um casal da comunidade, quem tem um bonito testemunho de família, para falar no programa? Certamente, o ouvinte iria prestar bem mais atenção.

CARACTERÍSTICAS:
Quando surgiu a TV, achávamos que aconteceria a decadência do rádio. Mas, não foi. Veio a internet e o rádio continua sendo o meio de comunicação mais popular. Por quê? Talvez porque o rádio possua as seguintes características:
– Sensorialidade: o rádio leva o ouvinte a criar imagens
– Abrangência: o rádio fala para milhões
– Regionalismo: o rádio fala de coisas da comunidade
– Intimidade: o rádio fala cada pessoa, individualmente
– Velocidade: o rádio fala de coisas que acabaram de acontecer ou que estão acontecendo
– Mobilidade: o rádio pode ser levado a qualquer lugar: cozinha, banheiro, carro, trabalho
– Acessibilidade: por ter preços razoáveis, o rádio é acessível a qualquer pessoa

FORMATOS:
Qual é o melhor formato para o programa? “Aquele que mais comunica. As vantagens ou desvantagens, o que é bom ou que é ruim de um programa de rádio, não se medem pela obediência a determinadas regras de produção, e sim pela melhor aceitação do público”, escreve José Ignácio López Vigil, em seu livro Manual Urgente para Radialistas Apaixonados. Por isso, é importante de quando em quando fazer uma “sondagem” para sentir o que o ouvinte acha do programa.
Comumente, os programas radiofônicos das paróquias são divididos em: leitura e comentário de um texto bíblico ou outro texto, notícias, entrevistas…. (Bem que podiam ousar e inserir outros formatos, como: “enquetes, radiodramas etc. Garanto que ia ficar mais dinâmicos e, com isso, ter mais audiência.)
Vamos conhecer um pouco sobre cada formato?

a) Comentário: É uma análise da realidade: de um fato, de uma pessoa, uma situação, uma entidade ou um movimento social, um problema etc
O comentário pode ser usado em todos os gêneros e fazer parte de outros formatos. Ele pode, por exemplo, iniciar um debate ou fechar um noticiário, ser um quadro de programa de variedades. E, aos poucos, o comentário começa também a usar outros recursos, além da voz. Sendo assim, é um comentário ilustrado. Pode, por exemplo, ter seu início com um pequeno diálogo, ser acompanhado de efeitos sonoros ou música de acordo com o tema abordado.
O comentário deve ser escrito, porque, no rádio, o improviso deve ser evitado. Outros formatos podem até ser mais ou menos improvisado, ou seja, o locutor pode até só fazer algumas anotações, um roteiro, mas o comentário não deve ser improvisado. E mais: antes de pegar uma caneta ou sentar-se na frente do computador, o comentarista deve ter em mente:
. O que quero dizer?
. A quem quero dizer isso? A quem queremos convencer com este comentário?
Decididos o tema e o público, é hora de colocar as idéias no papel. Parece difícil encarar o papel em branco e nele colocar as idéias, não é? Mas, aí estão algumas dicas:
. Primeiro momento: conte um fato. Comece contando um fato real ou uma historinha. Procure despertar a emoção do ouvinte, mexer com sua imaginação.
. Segundo momento: analise o fato. Analisar é apontar causas e efeitos, esclarecer. É preciso argumentar suas idéias, ou seja, é preciso razões que acompanhem a reflexão do ouvinte.
. Terceiro momento: resolva o fato. Se já entendemos e analisamos o fato, é hora de solucionar, de apontar caminhos para a situação proposta.
Enfim, relatar, analisar e resolver são os três momentos do comentário. Na verdade, nada mais é do que aquele velho método que trabalhamos, há séculos, na Igreja: ver, julgar e agir.

b) Notícia: é o relato de um fato real, atual e de interesse e importância para a comunidade.
Há uma regrinha, composta por seis perguntas e chamada de lead (ou lide), que facilita na hora de redigir uma notícia:
O quê? – o assunto
Quem? – personagens envolvidos
Quando? – data, hora
Onde? – local onde aconteceu (acontece ou acontecerá) o fato
Como? – modo como aconteceu (acontece ou acontecerá) o fato
Por quê? – causas
É importante lembrar que se deve começar pela parte mais importante. Pode ser pelo “o que”, pelo “quem”, pelo “como”… O importante é começar pela parte que mais vai chamar a atenção do ouvinte.
Além do lead, há algumas outras orientações para redação da notícia para o rádio:
a) Não usar o “nós”, o “nossa” e outros termos que passam pessoalidade (nossa paróquia, nosso pároco, nosso padroeiro etc), o que compromete a credibilidade da notícia perante os ouvintes.
b) Evitar verbos no futuro do presente. Para o ouvinte, o tempo deve ser o mais próximo possível. A linguagem do rádio é a linguagem do agora. Por exemplo: ao invés de “acontecerá”, use “acontece” ou “vai acontecer”; ao invés de “celebrará”, use “celebra” ou “vai celebrar” etc ..
c) Quando se tratar de horas, diga: “sete e meia da noite”, “oito e meia da manhã”, “cinco horas da tarde” e não “dezenove horas e trinta minutos”, “oito e quinze”, “dezessete horas”. Agindo assim, o comunicador está simplificando e facilitando o entendimento de quem está, apenas, escutando, sem chances de reescutar.
d) Usar frases curtas. Ir direto ao assunto.
e) Evitar adjetivos (palavras
que exprimem qualidade). Deixe que ouvinte tire a conclusão de a ação é “grande”, “pequena”, “maravilhosa”, “majestosa” etc
f) Não usar gírias, nem chavões, jargões (Ex.: “Água que passarinho não bebe”, “Foi preso um elemento” etc)

c) Entrevista: é uma conversa entre duas ou mais pessoas, com o objetivo de analisar, informar ou esclarecer sobre um assunto, através de perguntas e respostas.
A entrevista pode ser:
Individual: quando a conversa acontece entre um entrevistador e um entrevistado;
Grupal: quando o entrevistador faz perguntas a vários entrevistados;
Coletiva: quando as perguntas são feitas por vários entrevistadores a um só entrevistado.

d) Enquete: são entrevistas curtas, através de uma pergunta (no máximo duas) simples, clara e direta sobre um determinado assunto, feita a várias pessoas. Pode ser realizada na rua, no trabalho, no ônibus, nas feiras, por telefone etc

LINGUAGEM:
“Falar no rádio” é seduzir o ouvinte. O radialista pode até ter uma bela voz, entender de técnica, ter cursado quatro anos de Comunicação Social na Universidade. Mas, se não entra na magia do rádio, nunca chegará a ser um bom radialista. Será um “trabalhador” de rádio, mas não um “comunicador”, porque fala bem, mas não se comunica, não seduz. Além de falar com clareza, com boa dicção, o locutor precisar ter “a palavra certa”, conhecer, realmente, o assunto do qual fala. Por isso, quando um padre, um religioso ou um leigo aceitam o desafio de apresentar um programa de rádio, devem se capacitar, não somente na parte técnica de locução, mas, também, se aprofundar nos assuntos que vão abordar.
A arte de falar no rádio consiste precisamente em usar palavras concretas, que transmite uma imagem que possa ser vista, tocada, sentida, que tenham peso e medida. Palavras materiais que transmitam a realidade. A linguagem radiofônica é fundamentalmente descritiva, narrativa, sedutora.
A linguagem, em qualquer programa, tem de ser “quente”, acolhedora, entusiasta. Nada formal. O rádio está sempre no presente e é imediatista. Envolve emocionalmente. Cria intimidade. Portanto, dirija-se ao seu ouvinte de forma direta, no singular.
No rádio, nossa palavra deve ser:
– Clara: não colocar muitas idéias de uma vez só e não usar palavras que sejam difíceis do ouvinte entender.
– Simples: em rádio deve-se usar palavras fáceis. Não complique. Lembre-se que você tem que ser um artista da cultura oral. Não abuse de palavras técnicas, complicadas, abstratas, estrangeiras, pouco usuais.
– Direta: dizer as coisas sem rodeios, evitando abusar das orações subordinadas, as metáforas difíceis e a construção de frases rebuscadas. A maneira mais recomendável é escrever como se fala, colocando sujeito + verbo + complemento. Quando escrever para o rádio, primeiro escreva, depois leia em voz alta e, então, sinta se soa como linguagem oral.
– Precisa: é preciso usar frases curtas para evitar a monotonia. Uma frase curta tem menos de quinze palavras.
– Amiga: a conversa radiofônica é íntima, se fala ao ouvido das pessoas. Não faça discurso. Converse com o ouvinte, falando sempre para uma pessoa, no singular. Nunca imagine falar para uma multidão, mesmo supondo que sejam muitos os seus ouvintes. Use sempre o você e não o vocês. Coloque do seu lado, imaginariamente, um amigo seu; olhe no seu rosto, descubra as suas inquietações, busque sintonia com ele em seus acordos e desacordos. Fale diretamente com ele, não com a linguagem impessoal, mas com o jeito do coração.

O rádio não é feito apenas de palavras, é também música e som. Os sons permitem que o ouvinte veja, com a sua imaginação, o que desejamos descrever. A música permite que ele sinta as emoções que queremos comunicar-lhe. Por isso, num programa, a música não deve ser um “tapa buraco”, mas deve fazer parte do contexto do programa.
Funções da música:
– Tema: música que identifica um programa. Usada, geralmente, no início e no final do programa.
– Cortina musical: é um espaço musical de curta duração que se utiliza para separar as cenas ou blocos dos programas e para acentuar a atmosfera emocional. Para as cortinas, deve-se usar trechos de músicas instrumentais, sem palavras.
– Fundo musical ou BG: é a música que se escuta em segundo plano, como fundo das palavras.

COMO FALAR:
Falar no rádio deve ser a mesma coisa que falar com os amigos. Isto quer dizer que nossa locução deve ser como uma conversa, assim como um bate-papo com amigos, com muita descontração, mas, ao mesmo tempo, com a “seriedade” de quem estar falando para centenas ou milhares de pessoas, de doutores aos poucos letrados.
Para falar no rádio, devemos estar atentos aos componentes: voz, dicção, articulação e entonação. Tudo isso junto, de forma harmoniosa, nos possibilitará transmitir, com segurança, o que queremos. Não basta termos bons programas com excelentes conteúdos e qualidade técnica, se não conseguimos, através de nossa fala, transmitir credibilidade, confiança e simpatia. Ninguém gosta, por exemplo, de ouvir alguém pigarreando o tempo todo no ar, tossindo, completamente rouco ou falando estridentemente. Portanto, são fundamentais alguns cuidados com nossa voz.
Pontos essenciais para falar bem:
– Entusiasmo: falar com o coração. Sentir e acreditar no que está dizendo.
– Clareza: falar devagar, pronunciando e articulando de modo inteligente. Não “comer” ou “engolir” os finais das frases e nem das palavras. Para isso, abra bem a boca, quando estiver falando, e faça muitos exercícios de leitura.
– Ênfase dar a força de expressão necessária para a palavra ou a frase. A ênfase é a chave para levar ao significado do que está escrito. Sem a ênfase a palavra fica apagada, sem graça.
– Entonação: é a variedade na inflexão do tom da voz. É preciso saber entonar as frases interrogativas, imperativas e exclamativas.
– Naturalidade: primeiro: não ler, mas comentar, contar, bater um papo. Segundo: a voz deve sair livre, sem esforço.
– Pausa: essencial para uma boa locução, mas também precisa ser dosada. Falar sem pausas é algo mecânico, é simplesmente soltar as palavras sem tom nem som, é pronunciar palavras sem sentido.
– Ritmo: Regulado, sem atropelar e sem ficar monótono. O próprio texto vai indicando onde se deve mudar o ritmo. As coisas tristes, normalmente, são ditas devagar. Já as descrições são feitas um pouco mais rápido. Quando se dão ordens, um pouco mais rápido e enérgico.

Eis, alguns exemplos de exercícios de dicção/respiração:

. Inspire pelo nariz – pausa – expire lentamente pela boca (repetir 5 vezes)
Encha a boca de ar e exploda com o som de P
Assobie
Faça caretas colocando a língua fora da boca.
Vibre a ponta da língua – trim, trim, trim.
Pronuncie forçando a musculatura facial – a, i, u – a, i, u – a, i, u.
Repita em voz alta os fonemas, forçando a consoante final

. Exercício para problemas de articulação do R
baR – baR – baR deR- deR – deR muR – muR – muR
feR – feR – feR joR – joR – joR quiR- quiR – quiR
Terê.. Terê.. Terê… Trê….Trê.. Trê
Fara… Fara… Fara… Fra….Fra…Fra
Coró.. Coró.. Coró.. Cró… Cró…

. Pronuncie rapidamente evitando atropelar as sílabas

Novelas e novelos são as duas moedas correntes desta terra. Mas tem uma diferença: que as novelas armam-se sobre o nada e os novelos sobre muito, para tudo ser moeda falsa.

Pedro Paulo Pereira Pinto Peixoto, pobre pintor português, pinta perfeitamente portas, portais, paisagens, prometendo prontidão por pouco.

Rádio, Meu Grande Amigo

RÁDIO: MEU GRANDE AMIGO
Você escuta rádio? Por que você escuta rádio? Quando você liga o rádio, o que você gosta de ouvir?
Você apresenta programas de rádio? Você escutaria o programa que você apresenta?

INTRODUÇÃO:
O rádio, mesmo com a penetração da televisão em quase todos os lares, mas ele ainda é o meio de comunicação de maior abrangência, no Brasil, segundo dados do IBGE. Nas comunidades rurais, o rádio ainda é mais companheiro das pessoas, que nas cidades.
Isto acontece porque o rádio é um grande amigo, aquele que está pertinho em todas as horas: nos momentos tristes, nos alegres, é aquele que informa, que evangeliza, que distrai, que você pode falar com ele (por carta, por telefone, ao vivo)… E não é o aparelho chamado rádio que faz tudo isso, mas é a pessoa ou as pessoas que estão lá no estúdio, falando pra você.
Eis, então, uma grande missão de quem produz e apresenta os programas. O locutor precisa lembrar que ele não é “dono” do microfone, que só ele tem a verdade e só ele pode falar. Todo Meio de Comunicação precisa estar a serviço do povo, desempenhando, assim, sua função social. Mas qual é mesmo a função social do rádio? Dar a palavra à pessoa que está do outro lado, ao pé do rádio, é a primeira e principal função social do rádio. Por que as pessoas expressam tanta felicidade em se ouvir no rádio? Por que as pessoas expressam felicidade em ouvirem o vizinho ou amigo falando por meio do rádio? Pode ser um simples fato de “enviar um alô para alguém” ou para denunciar algum problema que a comunidade enfrenta. Esta manifestação de sentimento acontece, principalmente, entre pessoas simples, que vivem em comunidades pequenas, interioranas, sofridas. É a prova da função social do rádio: dar a palavra (ou devolvê-la) a quem não tem direito a proclamar seus pensamentos por meio dos grandes meios de comunicação de massa, como a televisão, por exemplo. As pessoas ao se ouvirem ou ouvir o parente, o vizinho, o amigo, sentem a auto-estima valorizada, sentem-se cidadãs. O primeiro desafio de uma emissora de rádio, com responsabilidade social, é amplificar a voz do povo.
E com os programas da Igreja também deve ser assim? E por que não? Por exemplo: no programa de hoje, o tema é a “família”. Então, o locutor pega um texto que encontrou na internet ou num livro e começa a ler no rádio, com todo aquele palavriado complicado, que, muitas vezes, nem ele mesmo entende. Não seria bem mais interessante levar um casal da Pastoral Familiar ou um casal da comunidade, quem tem um bonito testemunho de família, para falar no programa? Certamente, o ouvinte iria prestar bem mais atenção.

CARACTERÍSTICAS:
Quando surgiu a TV, achávamos que aconteceria a decadência do rádio. Mas, não foi. Veio a internet e o rádio continua sendo o meio de comunicação mais popular. Por quê? Talvez porque o rádio possua as seguintes características:
– Sensorialidade: o rádio leva o ouvinte a criar imagens
– Abrangência: o rádio fala para milhões
– Regionalismo: o rádio fala de coisas da comunidade
– Intimidade: o rádio fala cada pessoa, individualmente
– Velocidade: o rádio fala de coisas que acabaram de acontecer ou que estão acontecendo
– Mobilidade: o rádio pode ser levado a qualquer lugar: cozinha, banheiro, carro, trabalho
– Acessibilidade: por ter preços razoáveis, o rádio é acessível a qualquer pessoa

FORMATOS:
Qual é o melhor formato para o programa? “Aquele que mais comunica. As vantagens ou desvantagens, o que é bom ou que é ruim de um programa de rádio, não se medem pela obediência a determinadas regras de produção, e sim pela melhor aceitação do público”, escreve José Ignácio López Vigil, em seu livro Manual Urgente para Radialistas Apaixonados. Por isso, é importante de quando em quando fazer uma “sondagem” para sentir o que o ouvinte acha do programa.
Comumente, os programas radiofônicos das paróquias são divididos em: leitura e comentário de um texto bíblico ou outro texto, notícias, entrevistas…. (Bem que podiam ousar e inserir outros formatos, como: “enquetes, radiodramas etc. Garanto que ia ficar mais dinâmicos e, com isso, ter mais audiência.)
Vamos conhecer um pouco sobre cada formato?

a) Comentário: É uma análise da realidade: de um fato, de uma pessoa, uma situação, uma entidade ou um movimento social, um problema etc
O comentário pode ser usado em todos os gêneros e fazer parte de outros formatos. Ele pode, por exemplo, iniciar um debate ou fechar um noticiário, ser um quadro de programa de variedades. E, aos poucos, o comentário começa também a usar outros recursos, além da voz. Sendo assim, é um comentário ilustrado. Pode, por exemplo, ter seu início com um pequeno diálogo, ser acompanhado de efeitos sonoros ou música de acordo com o tema abordado.
O comentário deve ser escrito, porque, no rádio, o improviso deve ser evitado. Outros formatos podem até ser mais ou menos improvisado, ou seja, o locutor pode até só fazer algumas anotações, um roteiro, mas o comentário não deve ser improvisado. E mais: antes de pegar uma caneta ou sentar-se na frente do computador, o comentarista deve ter em mente:
. O que quero dizer?
. A quem quero dizer isso? A quem queremos convencer com este comentário?
Decididos o tema e o público, é hora de colocar as idéias no papel. Parece difícil encarar o papel em branco e nele colocar as idéias, não é? Mas, aí estão algumas dicas:
. Primeiro momento: conte um fato. Comece contando um fato real ou uma historinha. Procure despertar a emoção do ouvinte, mexer com sua imaginação.
. Segundo momento: analise o fato. Analisar é apontar causas e efeitos, esclarecer. É preciso argumentar suas idéias, ou seja, é preciso razões que acompanhem a reflexão do ouvinte.
. Terceiro momento: resolva o fato. Se já entendemos e analisamos o fato, é hora de solucionar, de apontar caminhos para a situação proposta.
Enfim, relatar, analisar e resolver são os três momentos do comentário. Na verdade, nada mais é do que aquele velho método que trabalhamos, há séculos, na Igreja: ver, julgar e agir.

b) Notícia: é o relato de um fato real, atual e de interesse e importância para a comunidade.
Há uma regrinha, composta por seis perguntas e chamada de lead (ou lide), que facilita na hora de redigir uma notícia:
O quê? – o assunto
Quem? – personagens envolvidos
Quando? – data, hora
Onde? – local onde aconteceu (acontece ou acontecerá) o fato
Como? – modo como aconteceu (acontece ou acontecerá) o fato
Por quê? – causas
É importante lembrar que se deve começar pela parte mais importante. Pode ser pelo “o que”, pelo “quem”, pelo “como”… O importante é começar pela parte que mais vai chamar a atenção do ouvinte.
Além do lead, há algumas outras orientações para redação da notícia para o rádio:
a) Não usar o “nós”, o “nossa” e outros termos que passam pessoalidade (nossa paróquia, nosso pároco, nosso padroeiro etc), o que compromete a credibilidade da notícia perante os ouvintes.
b) Evitar verbos no futuro do presente. Para o ouvinte, o tempo deve ser o mais próximo possível. A linguagem do rádio é a linguagem do agora. Por exemplo: ao invés de “acontecerá”, use “acontece” ou “vai acontecer”; ao invés de “celebrará”, use “celebra” ou “vai celebrar” etc ..
c) Quando se tratar de horas, diga: “sete e meia da noite”, “oito e meia da manhã”, “cinco horas da tarde” e não “dezenove horas e trinta minutos”, “oito e quinze”, “dezessete horas”. Agindo assim, o comunicador está simplificando e facilitando o entendimento de quem está, apenas, escutando, sem chances de reescutar.
d) Usar frases curtas. Ir direto ao assunto.
e) Evitar adjetivos (palavras que exprimem qualidade). Deixe que ouvinte tire a conclusão de a ação é “grande”, “pequena”, “maravilhosa”, “majestosa” etc
f) Não usar gírias, nem chavões, jargões (Ex.: “Água que passarinho não bebe”, “Foi preso um elemento” etc)

c) Entrevista: é uma conversa entre duas ou mais pessoas, com o objetivo de analisar, informar ou esclarecer sobre um assunto, através de perguntas e respostas.
A entrevista pode ser:
Individual: quando a conversa acontece entre um entrevistador e um entrevistado;
Grupal: quando o entrevistador faz perguntas a vários entrevistados;
Coletiva: quando as perguntas são feitas por vários entrevistadores a um só entrevistado.

d) Enquete: são entrevistas curtas, através de uma pergunta (no máximo duas) simples, clara e direta sobre um determinado assunto, feita a várias pessoas. Pode ser realizada na rua, no trabalho, no ônibus, nas feiras, por telefone etc

LINGUAGEM:
“Falar no rádio” é seduzir o ouvinte. O radialista pode até ter uma bela voz, entender de técnica, ter cursado quatro anos de Comunicação Social na Universidade. Mas, se não entra na magia do rádio, nunca chegará a ser um bom radialista. Será um “trabalhador” de rádio, mas não um “comunicador”, porque fala bem, mas não se comunica, não seduz. Além de falar com clareza, com boa dicção, o locutor precisar ter “a palavra certa”, conhecer, realmente, o assunto do qual fala. Por isso, quando um padre, um religioso ou um leigo aceitam o desafio de apresentar um programa de rádio, devem se capacitar, não somente na parte técnica de locução, mas, também, se aprofundar nos assuntos que vão abordar.
A arte de falar no rádio consiste precisamente em usar palavras concretas, que transmite uma imagem que possa ser vista, tocada, sentida, que tenham peso e medida. Palavras materiais que transmitam a realidade. A linguagem radiofônica é fundamentalmente descritiva, narrativa, sedutora.
A linguagem, em qualquer programa, tem de ser “quente”, acolhedora, entusiasta. Nada formal. O rádio está sempre no presente e é imediatista. Envolve emocionalmente. Cria intimidade. Portanto, dirija-se ao seu ouvinte de forma direta, no singular.
No rádio, nossa palavra deve ser:
– Clara: não colocar muitas idéias de uma vez só e não usar palavras que sejam difíceis do ouvinte entender.
– Simples: em rádio deve-se usar palavras fáceis. Não complique. Lembre-se que você tem que ser um artista da cultura oral. Não abuse de palavras técnicas, complicadas, abstratas, estrangeiras, pouco usuais.
– Direta: dizer as coisas sem rodeios, evitando abusar das orações subordinadas, as metáforas difíceis e a construção de frases rebuscadas. A maneira mais recomendável é escrever como se fala, colocando sujeito + verbo + complemento. Quando escrever para o rádio, primeiro escreva, depois leia em voz alta e, então, sinta se soa como linguagem oral.
– Precisa: é preciso usar frases curtas para evitar a monotonia. Uma frase curta tem menos de quinze palavras.
– Amiga: a conversa radiofônica é íntima, se fala ao ouvido das pessoas. Não faça discurso. Converse com o ouvinte, falando sempre para uma pessoa, no singular. Nunca imagine falar para uma multidão, mesmo supondo que sejam muitos os seus ouvintes. Use sempre o você e não o vocês. Coloque do seu lado, imaginariamente, um amigo seu; olhe no seu rosto, descubra as suas inquietações, busque sintonia com ele em seus acordos e desacordos. Fale diretamente com ele, não com a linguagem impessoal, mas com o jeito do coração.

O rádio não é feito apenas de palavras, é também música e som. Os sons permitem que o ouvinte veja, com a sua imaginação, o que desejamos descrever. A música permite que ele sinta as emoções que queremos comunicar-lhe. Por isso, num programa, a música não deve ser um “tapa buraco”, mas deve fazer parte do contexto do programa.
Funções da música:
– Tema: música que identifica um programa. Usada, geralmente, no início e no final do programa.
– Cortina musical: é um espaço musical de curta duração que se utiliza para separar as cenas ou blocos dos programas e para acentuar a atmosfera emocional. Para as cortinas, deve-se usar trechos de músicas instrumentais, sem palavras.
– Fundo musical ou BG: é a música que se escuta em segundo plano, como fundo das palavras.

COMO FALAR:
Falar no rádio deve ser a mesma coisa que falar com os amigos. Isto quer dizer que nossa locução deve ser como uma conversa, assim como um bate-papo com amigos, com muita descontração, mas, ao mesmo tempo, com a “seriedade” de quem estar falando para centenas ou milhares de pessoas, de doutores aos poucos letrados.
Para falar no rádio, devemos estar atentos aos componentes: voz, dicção, articulação e entonação. Tudo isso junto, de forma harmoniosa, nos possibilitará transmitir, com segurança, o que queremos. Não basta termos bons programas com excelentes conteúdos e qualidade técnica, se não conseguimos, através de nossa fala, transmitir credibilidade, confiança e simpatia. Ninguém gosta, por exemplo, de ouvir alguém pigarreando o tempo todo no ar, tossindo, completamente rouco ou falando estridentemente. Portanto, são fundamentais alguns cuidados com nossa voz.
Pontos essenciais para falar bem:
– Entusiasmo: falar com o coração. Sentir e acreditar no que está dizendo.
– Clareza: falar devagar, pronunciando e articulando de modo inteligente. Não “comer” ou “engolir” os finais das frases e nem das palavras. Para isso, abra bem a boca, quando estiver falando, e faça muitos exercícios de leitura.
– Ênfase dar a força de expressão necessária para a palavra ou a frase. A ênfase é a chave para levar ao significado do que está escrito. Sem a ênfase a palavra fica apagada, sem graça.
– Entonação: é a variedade na inflexão do tom da voz. É preciso saber entonar as frases interrogativas, imperativas e exclamativas.
– Naturalidade: primeiro: não ler, mas comentar, contar, bater um papo. Segundo: a voz deve sair livre, sem esforço.
– Pausa: essencial para uma boa locução, mas também precisa ser dosada. Falar sem pausas é algo mecânico, é simplesmente soltar as palavras sem tom nem som, é pronunciar palavras sem sentido.
– Ritmo: Regulado, sem atropelar e sem ficar monótono. O próprio texto vai indicando onde se deve mudar o ritmo. As coisas tristes, normalmente, são ditas devagar. Já as descrições são feitas um pouco mais rápido. Quando se dão ordens, um pouco mais rápido e enérgico.

Eis, alguns exemplos de exercícios de dicção/respiração:

. Inspire pelo nariz – pausa – expire lentamente pela boca (repetir 5 vezes)
Encha a boca de ar e exploda com o som de P
Assobie
Faça caretas colocando a língua fora da boca.
Vibre a ponta da língua – trim, trim, trim.
Pronuncie forçando a musculatura facial – a, i, u – a, i, u – a, i, u.
Repita em voz alta os fonemas, forçando a consoante final

. Exercício para problemas de articulação do R
baR – baR – baR deR- deR – deR muR – muR – muR
feR – feR – feR joR – joR – joR quiR- quiR – quiR
Terê.. Terê.. Terê… Trê….Trê.. Trê
Fara… Fara… Fara… Fra….Fra…Fra
Coró.. Coró.. Coró.. Cró… Cró…

. Pronuncie rapidamente evitando atropelar as sílabas

Novelas e novelos são as duas moedas correntes desta terra. Mas tem uma diferença: que as novelas armam-se sobre o nada e os novelos sobre muito, para tudo ser moeda falsa.

Pedro Paulo Pereira Pinto Peixoto, pobre pintor português, pinta perfeitamente portas, portais, paisagens, prometendo prontidão por pouco.

Pinto ex-PT Não Será candidato a Prefeito de Casa Nova nas próximas eleições!

O Ex- candidato a prefeito em 2008 , e tambem Ex-candidato a deputado estadual em 2010. Raimundo Pindo , não será candidato a prefeito de Casa Nova nas proximas eleições pois perdeu o controle do diretório municipal do PSDC ( Partido da Social Democracia Cristã) , o Ex- candidato perdeu o partido no ultimo dia 09 do cofr…ente mês quando foi cedida uma provisória do partido ao Sr José martins de Almeida! Ainda não posso informar se Raimundo Pinto continua filiado ao PSDC u se já articula outra legenda!

JUSTIÇA ELEITORAL

CERTIDÃO

Certifico que, de acordo com os assentamentos da Justiça Eleitoral, o(s) Membro(s) abaixo relacionado(s):
Nome Título Eleitoral Cargo
Exercício
JOSÉ MARTINS DE ALMEIDA 032749160531 PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
SILMARIA BORGES FREIRE 032749160531 1º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
MORIS ALBERT PACHECO DE CASTRO 073549830558 2º VICE-PRESIDENTE 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
VALDIRENE MARIA DA SILVA 122399010531 SECRETÁRIO GERAL 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
MARIA GORETE DE AMORIM 017499860507 1º SECRETÁRIO 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
LUCIANA DE ORNELAS OLIVEIRA 106368310515 TESOUREIRO GERAL 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO
IARA VARGAS DE ALMEIDA 085295720582 1º TESOUREIRO 01/09/2011 a 01/03/2012 – ATIVO

Faz(em) parte do seguinte orgao partidário:
Partido Político: PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO – PSDC
Orgão Partidário: Comissão Provisória
Abrangência: MUNICIPAL – CASA NOVA/BA
Protocolo: 589192011 Data Protocolo: 05/09/2011 14:54:59
Vigência: Início:01/09/2011 Final: 01/03/2012
Logradouro: QUARA E, LOTE 11 – BORGES
Bairro: CENTRO CEP: 47.300-000
Telefone: 74 88160087 Fax: 74 88160087
E-mail:

Código: +JNI.IDSU.Z+FJ.W$MZ.
Certidão emitida às: 28/09/2011 03:47:25

# Esta certidão é expedida gratuitamente. Sua autenticidade poderá ser confirmada na página do Tribunal Superior Eleitoral na Internet, no endereço: http://www.tse.jus.br/.
# As informações constantes desta certidão retratam o conteúdo dos assentamentos da Justiça Eleitoral na data e hora de sua emissão, o que não impede a ocorrência de alterações futuras nestas informações.
# Os dados partidários de abrangência nacional são de responsabilidade do TSE e os de abrangência regional/municipal são de responsabilidade dos respectivos tribunais regionais.

fonte: TSE

Município de Casa Nova recebe repasses para a área da Saúde

VALORES REPASSADOS – MUNICÍPIO – CASA NOVA – 15/09/2011 a 22/09/2011
Município – UF CASA NOVA – BA
População 66.718
IBGE 290720

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA FIXO – PAB FIXO
Ação/Serviço/Estratégia: PAB FIXO

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
06/2011 16/09/11 001 011851 0000306185 4.868,00 0,00 4.868,00 25000134133201171
Total 4.868,00 0,00 4.868,00

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL
Ação/Serviço/Estratégia: SAÚDE DA FAMÍLIA – SF

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
08/2011 20/09/11 001 011851 0000306185 60.300,00 0,00 60.300,00 25000152842201138
Total 60.300,00 0,00 60.300,00

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL
Ação/Serviço/Estratégia: INCENTIVO DE IMPLANTAÇÃO AOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA-NASF

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
08/2011 22/09/11 001 011851 0000306185 20.000,00 0,00 20.000,00 25000152854201162
Total 20.000,00 0,00 20.000,00

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL
Ação/Serviço/Estratégia: SAÚDE BUCAL – SB

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
08/2011 22/09/11 001 011851 0000306185 12.600,00 0,00 12.600,00 25000152850201184
Total 12.600,00 0,00 12.600,00

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL
Ação/Serviço/Estratégia: NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
08/2011 22/09/11 001 011851 0000306185 20.000,00 0,00 20.000,00 25000152854201162
Total 20.000,00 0,00 20.000,00

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL
Ação/Serviço/Estratégia: AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE – ACS

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
08/2011 20/09/11 001 011851 0000306185 114.750,00 0,00 114.750,00 25000152836201181
Total 114.750,00 0,00 114.750,00

Entidade: FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE CASA NOVA
CNPJ: 11.696.710/0001-14
Bloco: ATENÇÃO BÁSICA
Componente: PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL
Ação/Serviço/Estratégia: COMPENSAÇÃO DE ESPECIFICIDADES REGIONAIS

Competência Data OB Banco OB Agência OB Conta OB Valor Líquido Desconto Valor Total Processo
08/2011 22/09/11 001 011851 0000306185 7.859,33 0,00 7.859,33 25000150931201140

Total 7.859,33 0,00 7.859,33

Fonte: portal da saúde